Livros
Livros que os d00dz recomendam ou não recomendam. O Clausen tem uma página separada (inglês):
http://members.optushome.com.au/clausen/books.html
Livros downloadeáveis têm um link logo após o review. Quando esse link se chamar "PG", é uma referência ao Projeto Gutenberg, que provê a maior parte dos e-textos (quase todos em inglês, provavelmente não relacionado com traduções específicas citadas).
Economia
Avaliação de Investimentos, Aswath Damodaran. Ferramentas e técnicas para a determinação do valor de qualquer ativo. Um livro indispensável para quem quer entender um pouco sobre o que regula o preço de ações, imóveis, empresas falimentares, derivativos, quadros de artistas famosos e outras coisas esquisitas. (recomendado - epx)
Informática
Algorítmos e Estrutura de Dados, Niklaus Wirth - Livro bastante legal para pessoas que querem aprender programação do 'jeito certo'. - (ab recomenda)
Unix Network Programming (UnP), Stevens - O capítulo 6 é do baralho. O resto é palha. (mas ainda assim, eu recomendo - rodarvus
Ou você não leu o livro, ou estava bêbado ao escrever isso. O livro é inteiramente bom, assim como todos os Stevens -- epx
Devo gostar de 100% do livro só porque o povão gosta de 100% do livro? O livro é bom, o estilo é bom, mas não vejo sentido em boa parte dele, com exceção do 6º capítulo. mas again, é *minha* opinião. -- rodarvus
Advanced Programming in Unix Environment (APUE), Stevens, Richard W. - Aborda a programação em ambiente Unix, com dicas valiosas sobre diferenças entre as diversas implementações Unix. Infelizmente não aborda questões de programação em rede, para manter o livro num tamanho razoável. (recomendado - epx).
Beginning Linux Programming, editora Wrox. Tenho apenas a 1a edição, a 2a edição é consideravelmente mais grossa, e mesmo assim é um excelente livro. Aborda os aspectos de programação Unix numa ordem semelhante ao APUE, porém de forma mais leve e resumida. Para quem vem de um background Windows e quer começar a programar em Unix, é um bom começo. Depois, os Stevens e eventualmente o GNU C Library Reference são crescentemente necessários (recomendado -- epx).
The Art of Computer Programming, Donald E. Knuth, editora Addison-Wesley. Considerada a bíblia da programação e algoritmos modernos, publicado inicialmente por Donald E. Knuth em 1971 (pelo menos o 1o volume). Apesar da idade consegue a façanha de ser atual até hoje. O livro é nerd, feito por um nerd perfeccionista a ponto de ter criado o TeX para fazer o livro por não estar satisfeito com as ferramentas de tipografia e diagramação da época, além de ter detalhes nerds como ser 'afetuosamente dedicado' a um computador, ter 'fluxograma de leitura', ter criado a própria linguagem assembly-like p/ não associar o livro a determinada linguagem que 'sairia de moda', a famosa história dos prêmios para os erros encontrados de 2^(numero do erro) centavos de dólar e assim por diante. Um clássico, certamente recomendado. -- bruder
Resenha alternativa: The Art of Computer Programming, Donald E. Knuth. Achei o livro muito superficial e excessivamente didático. O autor gasta muitas páginas explicando conceitos óbvios. Não que seja de todo ruim, o livro tem qualidades interessantes. Esse garoto Knuth vai longe. (recomendado para crianças -- gwm)
The Art of Computer Programming: a verdade. Nota-se que nenhum de vocês realmente entendeu o livro, porque o mesmo não é sobre algoritmos pura e simplesmente. TAOCP é uma busca espiritual, um manual prático e efetivo para aqueles que buscam o enlightenment (ou satori para os entendidos) e desejam ter uma vida de plenitude espiritual, sexual e mental. (recomendo -- ruda)
The Art of Computer Programming: a realidade. A bíblia do onanismo cerebral para nerds. Criado por um cara que não tinha televisão em casa, morava em Carapicuíba do Sudoeste do Cunhunhuzinho do Norte, interior do Acre Boliviano, e casado com a irmã mais velha da Dercy Gonçalves. O livro é comprado (à peso de ouro) por geeks do mundo inteiro, que o colocam ao lado do monitor fodaum de 24 polegadas, para impressionar o namorado. Há rumores de um cara que conseguiu ler o livro inteiro, acompanhando o raciocínio, e resolvendo os problemas apresentados pelo Knuth, mas eu particularmente acho que é cascata. Isso é tão improvável quanto um cara transando com quatro mulheres ao mesmo tempo: só há um relato em toda a história da humanidade, um surubão que rolou numa cidade do interior libertino da Suécia, em 1970. (não recomendo -- rodarvus)
História
O Lívro dos códigos, Simon Singh - Legal. Conta a história da criptografia e explica o seu funcionamento. - (ab recomenda)
A Vida dos 12 Cesares, Suetonio - É mais um relato "passo a passo" (sucinto) do que ia rolando com cada um dos cesares. Suetonio é praticamente daquela época, portando considerado uma "fonte primária". (recomendo - rodarvus)
A Viagem do Descobrimento, Capitães do Brasil e Náugragos, Traficantes e Degredados Os três livros são do Eduardo Bueno - São (mais ou menos) uma série que documenta, de forma precisa (e não maçante) o período final das grandes navegações, de 1495 até 1530, quando o Brasil "deixou de ser" (yeah, right) um depósito de bandidos de portugal. (recomendo - rodarvus)
Enigma (não lembro o autor). Livro que trata do papel da criptografia na IIa Guerra Mundial, mais especificamente da história da quebra da cifra Enigma (e suas subversões) pelos aliados e o impacto disso em todo o cenário do conflito. Elucidativo e interessante, você certamente terá uma nova e muito maior visão sobre a segunda Guerra Mundial. Uma pena, mas quase impossível de se achar (eu li uma tradução p/ o português feito pela biblioteca do exército, que eu saiba já esgotado. Recomendado -- bruder
Pedagogia
Cuidado, Escola, Barbette Harper - Livro muito bem-humorado e cheio de figuras, mas que aborda um problema brasileiro sério: o sistema educacional. A tese central do livro é que a escola ajuda a perpetuar as classes sociais. (epx)
Romances
Guerra e Paz, Leon Tolstoi - super aclamado, mas, apesar de ter partes interessantes, é maçante em boa parte do livro. (não recomendo - rodarvus)
(PG) Musashi, Eiji, Ioshikawa - O Autor é considerado por muitos o "Paulo Coelho japonês". Há dois aspectos interessantes aqui: o livro pretende ser uma versão romantizada de parte da vida do samurai Musashi (o samurai mais famoso da história japonesa), mas o livro foi escrito para ser um anexo de um jornal famoso no Japão. Por causa do sucesso estrondoso que ocorreu no lançamento dos primeiros capítulos (que vinham semanalmente no jornal), o livro acabou sendo "esticado", e ficando extremamente longo, com "pequenas histórias", que apesar de serem ligadas umas às outras, tinham vida curta - para não cansar os leitores do jornal. (recomendado - rodarvus)
Na Margem do Rio Piedra Sentei e Chorei, Paulo Coelho - Bom, como eu mencionei o paulo coelho no parágrafo anterior, não podia deixar de falar de algum livro dele. na margem... é o único livro que comprei/li, do PC. Dizem que não é o melhor dele, mas é bom o suficiente, para aqueles que gostam desse estilo de leitura. (recomendo - rodarvus) PauloCoelho
O Rio do Meio, Lya Luft - Como vários (todos?) livros da Lya Luft, acaba não tendo uma história bem definida. Há quem diga que todos livros dela são "genericamente sobre mulheres". O capítulo 3 é sensacional, o 4 é ótimo, e os outros (mais cinco) são "bons". Tem-se que estar "no espírito" para ler. (ainda assim, recomendo - rodarvus)
As Brumas de Avalon, Marion Z. Bradley - Interessante. Romance baseado nas histórias do Rei Arthur. Contada sob a óptica da rainha Morgana - (ab recomenda)
Ulisses, James Joyce - fãs de Ulisses são capazes de conversar dias sobre esse livro sem nem de perto esgotar o assunto. Os personagens são interessantes, complexos, o estilo é formidável e todas as referências e mistérios do livro o tornam uma leitura para a vida inteira. A tradução do Houaiss é meio mala. (recomendo - gwm)
(PG) O Senhor dos Anéis, J. R. R. Tolkien - Se você ainda não leu este livro (se é que existe alguém que ainda não o leu), aproveite que o hype já passou e se faça de salame - não o leia. Vai ser pura e simples perda de tempo. O livro possui ótimas descrições do mundo em que a história se passa (tão longas que é necessário um esforço hercúleo para chegar ao final delas), e do mesmo jeito, personagens otimamente descritos. Mas a parte boa do livro se resume a isto. A história até é boazinha, mas seguer chega perto de ser o que dizem dela. Ainda mais pelo tempo (e esforço) que se faz para ler esse livro. (Não recomendo - Domingos)
O livro é bom, acho muito interessante a idéia de criar um mundo com calendário, línguas e geografia do zero. Apenas podia ter mais mulheres, dizem que o JRRT era bicha -- Epx
Na minha opinião, foi por isso que colocaram a Liv Tyler (Arwen) no filme. Aquele romance todo (com o Passolargo) não está lá no livro não.
-- Domingos
O romance existe sim, só que está descrito no Silmarilion, e não no LOTR. BTW, Senhor dos Anéis detona, é muito bom. Sim, as descrições de ambientes, épocas, histórias e detalhes são as vezes demasiadamente longas, mas faz parte do estilo altamente detalhista de Tolkien, necessário, diria eu, para quem inventa todo um universo/ambiente "do zero" como o feito nesse livro -- Bruder
O romance também está no apêndice "Anais dos Reis e Governantes" do LOTR em si -- epx
Retrato do Artista Quando Jovem, James Joyce - Não há um livro de James Joyce que eu tenha visto que eu não tenha gostado. Retrato... - junto com o livro de contos Dublinenses - é uma introdução mais reader-friendly à leitura de Joyce que Ulisses. O livro é uma autobiografia ficcionalizada da vida do autor até cerca de 20 e poucos anos (daí o título). Eu particularmente gosto do capítulo do meio - eu tenho uma queda por sermões. Mais tarde fui descobrir que esse capítulo tinha sido ripado de um manuscrito jesuíta. BTW, é legal ler um autor anglófono católico, para variar um pouco da moral protestante ao ler em inglês. (recomendado - gwm)
(PG) O Grande Gatsby, F. Scott Fitzgerald - Livro bastante fluido e clássico americano. Retrata a década de 20 dos EUA. O Gatsby em questão é algo "equivalente ao bicheiro brasileiro", um sujeito que ficou rico desonestamente mas que passa a impressão de ser bem-sucedido - além de ser um dos grandes vilões da ficção americana, é justamente em seu personagem e na relação dele com o narrador e os demais personagens que há um comentário maior sobre a sociedade que representa. (recomendado - gwm)
O Retrato de Dorian Gray, Oscar Wilde - Leitura densa e muito descritiva, talvez pela minha mente poluída eu achei a parada meio gay, mas... A história gira em torno de Dorian Gray e um pintor (que esquecei o nome :D) que realiza um retrato de Gray. Com isto, o jovem Gray nunca envelhece, mesmo com o passar dos anos, mas em contra-partida a sua pintura envelhece! Vou fechar com um blah: "o livro é uma metáfora da busca pela eterna juventude". (recomendo - ruda).
O Fausto, Goethe - O que faz um velho sábio, que detém conhecimento e respeito de uma vila? Deseja mais, quer saber todo o conhecimento do mundo, ser jovem, viver mais e amar. O Que ele faz para obter isso? Vende a alma ao diabo! Vale ler sim, é um clássico. Só uma nota: uma vez eu perguntei pro Ralph, um alemão que as vezes ficava na Conectiva, o que ele achava de Goethe. Ele me respondeu o seguinte: "Ah não! Tinha que ler isso obrigado na escola!". (recomendo - ruda)
Contos
Contos Gauchescos & Lendas do Sul, Simões Lopes Neto - Um sem número de contos *excelentes* - praticamente todos são histórias/lendas passadas de pai para filho, durante toda a história do RS. O estilo de escrever do SLN também é algo de nota, nesse livro. (recomendo, rodarvus)
(PG)
Teatro
Hamlet, William Shakespeare - Possivelmente o livro mais chato de ler do mundo, não só porque você já sabe a história como também porque você já sabe cada frase dele, só não tinha se tocado ainda. Como disse o Woody Allen, é importante ler para reconhecer as citações. A popularidade desse livro, porém, paralisa qualquer forma de comentário (recomendado, gwm)
(PG) Antígona, Sófocles - Um texto curto e simples, e uma boa introdução à tragédia grega. Antígona enterra seu irmão morto contra o decreto do tirano Creonte, e com isso é sentenciada à morte. Discute o papel do governante e a oposição da lei divina com a lei humana. Custa menos de delão uma edição de bolso em qualquer banca, e é interessante. (recomendado, gwm)
(MIT) Casa de Bonecas, Henrik Ibsen - Bastante liberal para uma obra de 1800 e alguma coisa, colocando uma mulher no papel de descobridora do real sentido de seu casamento. Bom, embora em alguns aspectos a personagem principal me pareça um pouco inverossímil. Com certeza vai me fazer ler mais peças de Ibsen. (recomendado, gwm)
(PG) A Tempestade, William Shakespeare - Prospero, um duque despossado exilado à força em uma ilha com sua filha, usa de poderes mágicos para para preparar sua vingança. O ponto preferido por todos é o retrato do nativo Caliban, um ótimo comentário sobre a forma como os europeus viam (e talvez ainda vejam) os povos estrangeiros. A peça é divertida e irreverente, tratando alguns assuntos importantes de maneira bem leve. Vale muito a pena. (recomendado, gwm)
(PG)
Poesia
O Eu Profundo e Os Outros Eus, Fernando Pessoa - Du baralho. Há quem diga que FP é uma dos poucos "que prestam", na poesia. Esse livro tem o "Cancioneiro" inteiro, show de buela. (recomendado - rodarvus)
Poesias, Fernando Pessoa - livrinho com nome genérico, e baratinho. Custa "sete reáu", e tem o "filé" do que foi escrito pelo FP. Bom para se fazer de louco para gateenhas, no estilo sou intelectual. (recomendo - rodarvus)
Teogonia, Hesíodo - A descrição da criação do mundo é interessante, e ainda mais é ler sobre como surgiram os deuses gregos segundo o segundo (?) mais antigo poeta grego cuja obra chegou até nós. O texto é relativamente curto e a edição brasileira é bilíngue (para praticar os l33t gr33k sk1llz). Não me dei ao trabalho de ler o aparato crítico que a precede. (recomendado, gwm)
(Berkeley) Satíricon, Petrônio - "reproduz o ambiente romano de devassidão nos bordéis e nas estações de água, com suas prostitutas, novos-ricos e literatos". E a gente que achava que putaria era um negócio novo
(recomendado - rodarvus)
(gis.net)
Pergunta: esse livrinho aí foi daquela coleção jaguara, de bolso não é? Comprou o livro por causa da capa? -- ruda
É esse mesmo! Mas não, não comprei o livro por esse motivo, sua beesha. -- rodarvus
Odisséia, Homero - Esse livro é, talvez inesperadamente, muito bom. Acho que todo mundo já sabe a história, Odisseu voltando para casa depois da guerra de Tróia, passando por um monte de encrencas, etc. A tradução de Carlos Alberto Nunes é fácil de achar e de ler. Se for escolher entre a Ilíada e a Odisséia para ler, escolha a Odisséia. (recomendo -- gwm)
(PG)
Crítica literária
O Cânone Ocidental, Harold Bloom - Harold Bloom é o crítico número um dos críticos marxistas. A introdução do livro é uma porrada na crítica politicamente correta. Independente da opinião sobre isso, o livro é um bom guia de um crítico conceituado sobre o que o autor considera literatura canônica. (recomendado - gwm)
Por que ler os Clássicos, Ítalo Calvino - Na verdade uma coletânea de artigos, esse livro é menos metódico (intencionalmente) e mais amplo que o Cânone Ocidental, incluindo crítica a uma obra persa. Os artigos são, como é esperado, de qualidade e foco diferentes, mas de qualquer forma são compatíveis com o título do livro. Infelizmente a puxada de sardinha para comparações com a literatura italiana foram prejudiciais para mim, já que não tenho esse referencial. Mas é legal mesmo assim. (recomendado, mas melhor pegar emprestado antes - gwm)
Religião
O Livro das Religiões, por dois manés, além do Jostein Gaarder - Os tais dois caras escreveram um livro ruim, e foram "no vácuo" do Jostein Gaarder, que só escreveu o prólogo. (não recomendado - rodarvus)
A Profecia Celestina, James Redfield - O livro mais hypado da história, acredito eu. Nove profecias são "descobertas" no Peru, e cada capítulo conta o desenrolar da história, além de falar um pouco sobre cada uma delas. A primeira profecia é du baralho, e as outras são "boazinhas". Estou relendo ele atualmente, para ver se vou "mudar de opinião", mas acho foda. (recomendo - rodarvus)
Bíblia Sagrada, vários autores e editores - Texto muito longo, chato e cheio de inconsistências. Além disso não tem figuras. (não recomendado - gwm)
(PG) (versão protestante, rei jaime - não estou com saco de procurar outras)
Não vou comprar essa agressão tipicamente gwm-zística, só comentarei que discordo (para quem não sabe, sou evangélico e recomendo a leitura da Bíblia, sim -- Bruder.
Pelo jeito comprou
Em não se tomando ao pé da letra como alguns evangélicos teimam em fazer, pode ser um livro interessante. Bíblias mais modernas têm figuras, mapas e cross-references, portanto o gwm com seus traumas do tempo de catequese está meio desatualizado. Infelizmente, a bíblia evangélica omite a parte final do Eclesiastes, justo a mais importante, presente na versão católica (deixo como lição de casa descobrir porque essa parte é tão importante). Também há de se encarar a Bíblia como um livro escrito por gente - talvez o primeiro livro de auto-ajuda escrito, e *+*não*+* como um livro divino (é meio impossível um livro traduzido N vezes e impresso numa mídia de tamanho finito ser divino e perfeito, é uma impossibilidade matemática
-- epx
Eleitos, mas livres, Norman Geisler. Aborda e resolve, de um ponto de vista teológico, a velha pergunta - Se Deus criou tudo e sabe tudo que vai acontecer, quem é culpado pelo que acontece de mal ? Um interessante exercício de filosofia, se se fecha os olhos para alguns cacoetes religiosos normais nesse tipo de literatura. (recomendado -- epx).
O Evangelho Segundo Jesus Cristo, José Saramago. Vá ler, agora. É um ótimo livro que conta a história de Jesus de maneira não ortodoxa, mas também extremamente respeitosa com Jesus como ser humano (recomendado -- gwm)

